quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O fantástico mundo da Barbie!

   Com mais de 50 anos de idade, a Barbie continua firme e forte.  A mocinha é na verdade, Barbara Millicent Roberts, e foi criada pelos pais em 1959 -  Ruth Handler e o seu marido Elliot Handler. 

   O lançamento oficial foi em março de 1959 em Nova Iorque e foi vendida a 3 dólares, nos primeiros exemplares, que teve 340.000 bonecas vendidas.

   A Barbie influenciou uma nova conduta em mulheres e crianças, teve suas versões étnicas, coleção de alta costura, românticas, clássicas de cinema, além de mais de 20 filmes lançados.

Saiba (quase) tudo sobre a história da Barbie, aqui!

     E agora, tcharam!
    Barbie também é obra de arte. A fotógrafa francesa Jocelyne Grivaud, montou um projeto fotográfico e na série, houve espaço inclusive para o sorriso mais famoso e enigmático de Mona Lisa. 

A pop Marilyn

Coco Chanel



Mona Lisa

Submarino amarelo dos Beatles vira ônibus rosa

Brigitte Bardot em cena clássica do filme 'O Desprezo'

Achei diferente. Curti muito a ideia!
Se você quer conferir na íntegra a matéria na Cherryout, clique aqui!





THAÍS DE MIRANDA


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Metamorfose

É preciso muita força pra mostrar-se fraco e aceitar as próprias fraquezas pra tornar-se forte. É a visita aos extremos que nos faz humano. Só quem tem a capacidade de transparecer seus medos e a humildade de aprender com as suas limitações consegue vivenciar sua condição mutável longe dos rótulos e aberto a novas transformações.
Fernanda Gaona

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O que se vive

   Antes eu imaginava o som da sua respiração, o perfume antes de se deitar, a temperatura dos pés bem mais quentes que os meus. Mas hoje eu não consigo adivinhar a cor das suas pálpebras em qualquer hora da manhã ou da tarde, porque não sei se nosso relógio agora é o mesmo, e acredito até que nossos passos tenham variado o compasso.
   
   Sei que esteve dormindo, mas não pude imaginar o som da respiração. Talvez porque fisicamente, eu estivesse bem longe dali. E entre lágrimas, confrontos existenciais, ria enternecida ao pensar no teu sorriso, dividindo comigo aquela piada quase sempre sem graça, ou aquele discurso que o coração parecia entrar em ebulição de tanta felicidade. 
  
   Estava anestesiada demais para pensar que você preferiria estar de olhos bem abertos. Porque sem dúvida, suas pálpebras juntas, seus olhos fechados, junto do cabelo amarfanhado, não parecia em nada com você, que não queria perder um minuto da alegria de viver. Deve ser por isso que ainda gosto de flores. Obrigada!


   Tenho uma certa pena de quem não testemunha momentos tão cheio de brilho e de vontade, compartilhado sem medo, sem dúvida, querendo só aquilo, mesmo com o mundo inteiro ao nosso dispor, aos nossos pés. E penso que em algum lugar, deve haver essa vida sendo vivida todos os dias por quem talvez nem saiba sobre ela; por que tem gente que vive, sem vive-la.
   
  Escuto todos os seus conselhos sussurrados e vejo como se fosse real aquela mensagem sucinta que me irritava, mas que ainda assim enchia meu coração de alegria. Além disso, tenho a sensação estranha de que eu viverei de novo essa vida, todos os dias, manhãs, noites, maravilhada e cheia de espanto como uma criança que vê tudo pela primeira vez.
   
   Nossos peitos vão se esvaziar de ar e nossos olhos cerrados numa infinidade de sonhos não revelados, tateando o que um dia já conheceu, buscando alguma coisa que não se sabe bem o que é. E mesmo sem saber se existirão tridents comestíveis com papel, sei que minha cara de espanto acompanhado da gargalhada existirão, assim como as surpresas nunca deixarão de fazer parte de qualquer minuto do tempo que a gente quiser.
   
   Meus olhos cheios de água e muito mais inchados que os seus, num sonho que antes era só um algodão desenhado num céu qualquer, talvez com uns fios a mais ou a menos de cabelos desgrenhados, estrelas incontáveis, mas uma única, a que ganhei de presente nessa vida, juntos das nossos papos viajantes nesse planeta água, mas que chamamos Terra.
   
   Hoje nem parece tão confuso porquê eu acredito num infinito bem maior que aquele desenhado do meu pulso, e muito maior do que aquele seus dois braços abertos, tentando desenhar o infinito e além, que nem eram tão enormes assim. 
   
   Vejo teus olhos cerrados - de novo - num misto de sonhos e lembranças, de um tempo curto demais, como na época em que não sabíamos nada sobre reencontros.
   
   E todo aquele medo, aquela insegurança, não cabe mais depois de certezas como esta de que nada chegou ao fim, quando tudo ainda está prestes a começar. E todo aquele monólogo antes de dormir, que nos afastava da realidade desse mundo em que fomos colocados para cumprir alguma coisa, me lembra sobre palavras que expropriamos do resto do mundo. Talvez porquê algumas vozes já não fazem o menor sentido para nós.
   
   Por ora, você me ajuda enquanto me entalo com as lembranças. Continua a me dar aquele suporte, que  é quanto tenho as melhores sensações, mas difíceis demais pra que muita gente possa compreender. 
  
    Mas aquela frase pronunciada, impressa, arquivada e sonhada... Nunca deixarão de existir. Os olhares se encontrarão e não daremos a mínima para qual tempo seja esse. Muito em breve: aquele abraço e todo amor.




Thaís de Miranda


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Esquimó, por Fabrício Corsaletti

Momento suspiro do dia :)




   Esquimó custa na faixa de $29. Segundo a editora Cia das Letras, o livro reúne poemas escritos entre 2006 e 2009. Aos trinta anos de idade, Corsaletti é indiscutivelmente uma das mais importantes vozes poéticas contemporâneas do Brasil. Esquimó confirma a qualidade e o vigor dessa poesia tão vibrante quanto delicada - uma poesia que consegue ser ao mesmo tempo desaforada e muito suave. 

Para saber mais sobre o autor, este livro e outras publicações, clique aqui.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Bonitos e Funcionais

A gente sabe que hoje em dia temos uma infinidade de produtos a nosso favor, né?!
Mas nestes últimos tempos, muitos deles tem inspiração "ladylike", que são aqueles com charme vintage, que faz toda diferença em cima da penteadeira!
Então lá vai alguns produtos dose dupla: além de fofos, são muito funcionais. 
Vamos as meninices!























Que tal?!
Tirem um dia da semana e vivam um dia de princesa! :)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Frozen de Papaia

Para esses dias de calor, um FROZEN YOGURTE DE PAPAIA!



Quem tiver mixer, use-o. Caso contrário, faça no liquidificador: *fiz no liquidificador, deu super certo!
2 potes de iogurte natural integral (170g cada)
1 mamão papaia (era bem grandinho)
80 ml de leite integral
Suco de 1/2 limão
Açúcar (ou adoçante) até ficar do seu gosto

Leve os ingredientes batidos direto ao congelador. Como vai ficar bem durinho, tipo sorvete, antes de consumir, deixe fora do congelador por uns 5 minutos. Caso queira servir bem lindo crememoso, é só bater novamente a mistura já congelada para conseguir a textura de frozen.

Grau zero de dificuldade e todos os graus de delícia! 
Se gostar de calda de cassis, vale colocar um pouquinho. Hummm!

        
www.panelaterapia.com

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A boazINHA

   Ela impressiona meia dúzia de gente: os cegos.

  É totalmente disponível, inteligente, delicada, não nega, não falha, só sorri, engole, agüenta o salto, é comportada. Essa coitadinha é boazinha!


   Tão inha, que deveria ter aquela leve vergonha de ser vista como tão pequena em tamanho, cor, vivacidade, tensão feminina, personalidade. Codinome: interrogação. E interrogação para autoconhecimento, reflexão, tem tempo determinado. Desligue o all the time. Interrogação na frente e atrás a 'la mexicana' me irrita, porque ser exclamação me parece um jeito melhor de aproveitar o tempo que a gente tem, principalmente quando questões já não precisam mais ser respondidas, ou não tem importância, ou são desinteressantes, não vão fazer você mudar, a sua vida melhorar e... Olha o ponto aí!

   Hoje em dia, conheço mulheres mais que princesas: são guerreiras, são brilhantes, acordam todos os dias para vencer e mais que superar as adversidades, têm o desafio de auto-superação.

   A boazinha incorpora todos os diminutivos que lhe faz refém daquilo que muito provavelmente ela não é. Porque dificilmente alguém é tão certinho no mundo em que somos obrigadas a enfrentar desafios com a mesma normalidade da de experimentar um novo sabor de sorvete.

   Não acredito que alguém aceite adjetivos tão pequenos, cheios de falta de criatividade, sem ritmo nenhum; talvez porque conviva com mulheres boas demais para serem boazinhas.

   Contesto quem não consegue perceber a falta de possibilidade e oportunidade de ser mais que uma opinião aceita por uma maior porcentagem de gente que esteja na mesa do bar. Ou melhor, do jantar. Talvez um jantar de família.

   Esse desejo de mentir para si mesmo, para agradar algo ou alguém o tempo todo, de achar sempre graça no que aparentemente não tem, chega me desequilibrar. Principalmente porque o mundo nos avalia há algum tempo, atravessando a linha das 24h como uma equilibrista quase profissional.

   Tenho orgulho de quem pode errar e ter a chance de fazer de novo, porque se permite viver tudo que há de diferente a cada dia que passa com tanta rapidez, como um furacão inclusive! Tenho admiração por quem tem coragem de se encontrar com quem realmente é, com toda vontade de virar a mesa e fazer o jogo recomeçar todas as manhãs.

   Definitivamente, acho muito mais admirável ser ÃO. 


Falando ainda sobre este assunto, no início deste mês, foi lançado no Brasil o Best-Seller A Síndrome da BoazinhaComo ser poderosa curando sua compulsão por agradar. A psicóloga Harriet B. Braiker, autora do livro, garante que fará qualquer boazinha se desgarrar da compulsão benevolente.

A SÍNDROME DA BOAZINHA
Vale pesquisar: o preço do livro varia entre $30 e $39  reais

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Falando em casamento...

   Adoro quando recebo notícia de casamento.

   Gosto quando casar é união, do discernimento de que cada um, continua sendo um  junto do outro. Da voz que não mais soa sozinha, que tem uma segunda opinião. De quem sabe que namorar não é a mesma coisa que viver sob o mesmo teto, sobre compartilhar contas e desamores da vida.

   Aprecio a naturalidade do sonho simples de dividir com o mundo sobre o amor disposto a enfrentar as dificuldades. Sobre a vontade de persistir, investir e se dedicar a uma nova vida, quando para tantos o passo para mudanças parece algo tão corriqueiro, do tipo: Se não der certo, descasa!

   Vejo com entusiasmo olhos brilhantes e corações saltitando a espera do sorriso do outro. Da vontade de fazer um macarrão meio grudento e brindar o jantar com coca-cola. De intitular a noite como a mais marcante, porque um fez a massa, enquanto o outro mexia o molho.

   Adoro perceber aquela vontade de construir lares e não casas. Gosto de notar o desejo de se dedicar ao amanhã diferente, a disposição pelo que ainda não sabe bem o que é, mas que quer que seja uma foto colorida que conta para os filhos o momento que aquele pedaço de papel conseguiu captar.

   Olhos marejados, renunciando algumas coisas e expondo para os quatros cantos da hora marcada, que existe ali um amor bonito. Aquele que espreita a gente do alto dos prédios, que parecem muito antigos e que ninguém mais olha. Por que o amor está certo do passo que está dando, mesmo que seja largo, com um  sossego de outro par de pés junto dos seus. 

   Aquele amor que não desiste, e não quer voltar para casa da mãe na primeira briga, pronto para ser adulto o bastante para assumirem um diante do outro, o mesmo que assumiu perante seus convidados. É saber que o jeito a gente encontra quando quer e que o que enfraquece a vida é a falta de vontade de fazer dar certo. 

   Amor que não amarela as folhas antigas, que compreende alguns silêncios, que sabe sobre as palavras secretas, das lágrimas disfarçadas, do tom de voz em cada frase pronunciada.

   Isso tudo não implica em saber de tudo, em ter o código de barra do outro e ter certezas absolutas sobre o que vai acontecer dali em diante. Mas que estão juntos e sem disfarces, desejando e assinando um termo que os impede de desistir, de se cansar, se entristecer, desesperar ou envelhecer. Que reinventa os dias mesmo com a pia cheia de louças para lavar, que transforma as estrelas de todas as noites e jura que cada momento é tão bonito que não será permitido acabar, até que não tenham nada mais a dizer. 

   Desses que não dá vontade de acordar, que olha o lado cheio do copo, que te faz evoluir todos os dias, desses que gente pede incessantemente que não acabe mais...

   Um mundo de sonhos e a boa e velha dose de realidade compartilhada para a mais nova futura esposa, Flá! 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Will you marry me?

Walt Thompson, cineasta americano, resolveu pedir a mão da namorada em casamento de um jeito bem criativo! E trabalhoso, eu diria! Afinal de contas, ele criou uma animação em stop motion, com bonecos de Lego - mais de 2600 fotos foram tiradas e o trabalho durou quase dois anos para ser concluído!

Assistam ao vídeo! E se antes, você quiser saber um pouco mais sobre a história de amor, leia na íntegra aqui.
Ah, e claro! Ela aceitou o pedido! Eles casam-se ano que vem! 

Fonte: Revista Galileu