sexta-feira, 16 de julho de 2010

Derrubando pontes, reconstruindo castelos

Não sei ao certo quando decidi que seria assim.
Eu não queria desistir, embora, às vezes, desistir seja mais inteligência que fraqueza.
Durante muito tempo aquele quadrado era muito pra mim e o pouco parecia suficiente.
Como dizer tchau?!
O medo paralisa, perturba o sono, faz pesadelos.
Como sair da zona de conforto, seguir em frente e entender que antes de dar espaço ao novo, é preciso que deixemos o que é velho pra trás?
Foram tantos questionamentos, tantas etapas, pessoas, situações. Percebi que ao invés dos sonhos, comecei a colecionar lembranças.
Não há nada melhor que o hoje. Nada melhor que a certeza da melhor escolha, que dar o próximo passo sem medo de mudar de ideia! Porque eu descobri que não desisto, mudo de ideia! ;)
Nada ficará pra trás além do passado. É dada a hora de redobrar a atenção a si mesmo, perceber quando está fora do contexto. Não posso ficar onde não é o meu lugar e só levo comigo o que realmente me pertence.
Ainda não descobri o lugar exato e não sei se um dia ele vai existir, mas preciso caminhar pra que talvez encontre...
É preciso derrubar pontes, encerrar ciclos. Dar espaço para o novo, para o melhor, acreditar, dar valor, ter coragem.
Há alguns meses eu reconstruo, e a cada dia a vida vai ganhando um novo formato. 
Daqui cinco dias o castelo terá novo endereço e meu coração muito mais motivos pra descompassar...
Em ritmo de despedida!

Thaís 

Um comentário:

Carina disse...

A frase que mais me chamou a atenção neste post foi "só levo comigo o que realmente me pertence".
Também tenho a tendência de viver no passado, mas há um futuro tão brilhante, tão cheio de novidades e de coisas boas que estão pra acontecer, que seria pequenez da nossa parte achar que, depois de só ter vivido 1/3 do que temos pela frente, já vivemos tudo o que há de bom. (como diria a música do Lulu Santos rs).
Um brinde ao futuro, Tha! E a todas as escolhas, certas ou erradas, que estão por vir. Aos sonhos que iremos concretizar e às boas pessoas que ainda não conhecemos, mas que farão toda a diferença.