segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

VT

Embora existam várias situações já vividas antes, ainda me deixo impressionar e deixar com que tenham um peso enorme sobre mim. Assim como não é nada que eu não tenha vivido antes, não é o que eu já não tenha escrito antes: relatos do que já senti. Percebo o que pontua minha vida e pra onde eu sou jogada ou me atiro e, apesar disso, continuo a sagitariana até no fio de cabelo e que sempre quer vibrar a vida dois tons acima do que parece normal.



Extremos que faz chorar o inferno que está por vir, intensidade que me leva ao limite que não presuponho, e aí quando penso que sei algo sobre controle, me sufoco sem perceber que alguém quer todos os meus ângulos e pouco interessa se é reprise.



Eis aqui a mesma: alguém que acredita demais, que confia inclusive no tempo. A mesma que se embola nas palavras por que quer dizer todas juntas e de uma vez só, que vê infindáveis argumentos e razões, que quer explicar tudo embora seja tão transparente.



Apesar de tanta insuficiência e da embriaguez que a fragilidade traz, amanhã eu vou ter coragem de ser a mesma do relance mais velho no espelho, e isso não vai abrir em mim enormes abismos.

6 comentários:

Textos da Cri disse...

O mais importante de tudo é no final vc sempre acreditar em si mesma, afinal, VC TEM POTENCIAL GAROTA!!!

É bem por aí mesmo, me sinto tão assim.....

Lia Araújo disse...

Nossa , nossa!
Adorei o blog...
adorei o Layout... adorei!

bjos menina Parabéns!@

Michele disse...

Thá, a nossa essência a gente nunca muda. Passa um dia ou dois, e a gente sente aquele vontade imensa de acreditar e pular dos abismos. Atirar-se de encontro ao que sentimos deixando pra trás todo o medo! Em alguns pontos melhoramos sim, aprendemos do mesmo. Mas no fim das contas, o que nos tornamos com o passar dos anos, permanece ali, imutável e resistente ao tempo.

Sua irmã querida disse...

Irmã...vc precisa escrever algo mais fácil de entender...
tô tonta!...humpf!
rsrs
(brincadeira)..hehehe

Estava Perdida no Mar disse...

Ops...acho q me achei bastante neste texto. Me espanta ver como tb nos permitimos sempre sentir e sentir as mesmas coisas, os mesmos medos. Bom tb...sentir as mesmas alegrias. Beijos

Erica Vittorazzi disse...

O legal do ser humano é isto: somos únicos, ainda mais quem tem tanta intensidade assim.