terça-feira, 10 de junho de 2008

Fragmentos

Braços abertos.
Sem distância para o abraço.
Falha de personalidade.
Sentimento em excesso.
-Exceção-
Do ontem quando odiei a distância, o tempo, a velocidade da luz.
De hoje quando implorei pra que ficasse.
Vai e vem, vem e vai, no mesmo vento.
(ainda que o tempo não seja o mesmo)
Acho que hoje, só hoje, eu gosto da distância.
Da saudade, eu não sei se gosto muito não!
Mas acho bom não ter que conviver, às vezes.
Conviver – ver – viver. Sabe como é?
Às vezes, um dia, quem sabe, talvez.
-incertezas-

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